Conto

  • Incesto, do latim incestu: relação sexual ou marital entre parentes próximos ou alguma forma de restrição sexual dentro de determinada sociedade; tabu universal, proibido por lei em vários países, mesmo com o consentimento de ambos.

E tudo começou quando eu tinha 13 anos. Ela era um pouco mais nova, estava criando corpo. Corpo pelo qual fui hipnotizado. Não sabia definir essa vontade, mas ela ainda existe. E crescia cada vez que a via. Foi no início de nossa adolescência, que resolvemos experimentar o que ambos os pais consideravam algo perimitido somente em uma união estável. A curiosidade era grande e esperávamos ansiosos pela oprtunidade. Cada momento a sós, dávamos um passo a mais. Cada um desses passos me deixava mais eufórico. Ela sempre conseguia fingir para a família que nos cantos trocávamos confissões de criança. Eu preferia me calar nessas horas de me explicar, pois não conseguia esconder o tesão. Mal sabiam eles que em suas confissões, ela fazia questão de me seduzir com o susurro ao pé do ouvido sobre suas fantasias e vontades. E eu pensava que era eu quem queria muito. Ela, mais nova e se mostrava experiente. Não conseguia sentir nada sublime por ela, por mais que me esforçasse. Era tesão, rigeza e só. Vontade louca! Foi quando surgiu a oportunidade ideal. Fim de semana no sítio. Nossos pais e outros tios reunidos, bebemorando o feriado prolongado. Os mais novos na areia, na piscina e com a peteca. Eu não via graça nenhuma naquilo, preferi observá-la de longe e esperar que ela percebesse isso. Não demorou muito pra isso acontecer. A cerveja deixou os adultos com sono e por força do pensamento dela, todos eles foram dormir. Era tarde da noite, mas isso não impedia nada pra ela. Fez sinal pra que eu me retirasse da sala, desligasse a TV e fosse para o quintal. Fiz, sem pensar duas vezes. Ela mandava em mim só com os olhos azuis. Corri pro quintal e não encontrava minha prima. O único som do lado de fora era das cigarras. Vi na beira da piscina aquela que me seduziu durante muito tempo e que eu poderia fazer minha naquela hora. Aos poucos fui me aproximando de seus cachos e olhei fundo nos seus olhos. Foi só mais um dos muitos beijos deliciosos que ganhei. E não sei quanto tempo ficamos nos acariciando e foi aí que eu vi que era aquele corpo que eu desejava pra vida inteira. Foi minha primeira vez, os minutos mais felizes da minha vida. E hoje, aos meus 17 anos, já passei por várias namoradinhas, mas nenhuma se compara a minha prima. Não sei se há outra melhor, porque nunca quis experimentar. Me dói saber que não fui o primeiro e muito menos o único. Mas ela foi a única que me proporcionou prazer.

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